Eliel cezar - Web Designer

02/09/2010

E o Gmail está com uma nova função: o Priority Inbox. Baseado nos emails que você costuma ler e responder, ele organiza as mensagens sua caixa de entrada não pela ordem de chegada, mas pelo grau de importância de cada uma.

Se por acaso ele organizar algo de maneira incorreta, basta mover a marca de "prioridade" da mensagem e o erro não se repetirá no futuro.

Legal né?

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Via B#9

26/08/2010

Quando trabalhamos na área de web, às vezes ficamos tão acostumados a criar com Photoshop/Illustrator, que acabamos deixando de lado a capacidade de experimentar, de inovar.

Neste post do Dzigne, são listados 40 exemplos de sites que fogem do caminho mais fácil dos padrões de degradé, blocos com linhas retas ou curvas arredondadas e linhas em 45º. São sites com elementos desenhados à mão.

Via Dzine

25/08/2010

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Quando um ilustrador consegue unir técnica e criatividade, esse é o resultado.

Vi no Blog do Tiago Dória

24/08/2010

Uma pesquisa realizada na Europa expôs a maneira como as grandes empresas encaram o investimento em mídias sociais.

Se você trabalha na área de Mídias Sociais, prepare-se. O resultado é desolador:

 

- 81% das empresas pesquisadas não possui uma estratégia clara de mídia sociais

- 73% dos projetos de mídias sociais precisaram demonstrar retorno financeiro depois de apenas 12 meses

- 72% acreditam que mídia social precisa ser viral

- 68% desconhecem a regra 90-9-1 na internet, que diz: 90% da pessoas são apenas consumidoras de conteúdo (não contribuem), 9% edita ou modifica conteúdo e apenas 1% cria conteúdo.

- 84% medem a performance de um projeto de mídias sociais com métricas tradicionais

- 37% acham que mídia social significa compra de mídia

- E apenas 11% possui um guideline de social media

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Conitnue lendo no Brainstorm#9

21/08/2010

"Suzana Vieira com o farol aceso", era a piada pronta rolando no twitter quando vi essa imagem.

Ok, eu sei que é caro mandar refazer uma arte com a área de uma traseira de ônibus. Mas se pensarmos bem, o prejuízo para a imagem da empresa e da atriz pode acabar sendo bem maior que alguns metros quadrados de adesivo... ou não?

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Via Brogui

17/08/2010

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Via USQ

16/08/2010

Ben Heine é um ilustrador que utiliza fotografias como inspiração para seus trabalhos. Mas ao invés de simplesmente reproduzir as imagens fotografadas, ele utiliza seus desenhos para criar uma espécie de interferência nas fotos.

Por que não pensei nisso antes?

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Mais trabalhos de Ben Heine no Fottus e no Flickr.

Via Pepsi Trendy House.

11/08/2010

Precisando de inspiração? Pega aqui.

05/08/2010

Desculpem o trocadalho do carilho, mas não pude evitar. Na verdade, a pergunta certa, que o Canha fez dia desses foi:

E aí, tem jeito?

04/08/2010

Que a campanha de Barack Obama para presidente em 2008 mudou a forma como os políticos fazem campanha, ninguém duvida. No entanto, parece que neste ano alguns candidatos extrapolaram na "vontade de ser Obama", e ultrapassaram a linha que separa a inspiração da cópia pura, simples e barata.

Lembram dessa imagem?

 

 

Era parte do topo do site de campanha do Obama. Que por sinal, utilizava o endereço http://my.barackobama.com (guardem esse endereço).

Acontece que há alguns dias eu estava analisando os sites de campanha de alguns candidatos a presidente e deputado federal, e encontrei algumas ligações um tanto quanto óbvias entre as criações e suas fontes de inspiração mais famosas.

Para começar, vejam a marca da Dilma. Notam alguma semelhança entre o símbolo formado pela bandeira do Brasil e seu equivalente do Obama?

 

 

Que tal o cartaz oficial da Marina Silva?

 

 

Inclusive o site oficial da candidata do PV utiliza o endereço http://www.minhamarina.org.br .

E para fechar com chave de ouro, o exemplo mais descarado de todos. Primeiro vejamos como era a home do site de campanha do Obama:

 

 

E agora, confiram o site do candidato a Deputado Federal pelo Democratas da Bahia, ACM Neto:

 

 

Uma beleza, não? Só faltou darem uma ultra-bronzeada na foto do ACM lá no topo. Daria até para confundir.

03/08/2010

Com o boom de ferramentas como o Facebook, Orkut e Twitter entre os brasileiros, a vida pessoal torna-se ainda mais exposta em toda a rede. Isso pode trazer benefícios, caso as informações sejam bem gerenciadas, mas também tem o potencial de gerar graves conseqüências, até mesmo no ambiente profissional.

Alguns casos ganharam notoriedade pela falta de cuidados de profissionais ao emitir opiniões sobre as companhias em que trabalhavam. Um exemplo disso foi o diretor comercial de uma empresa demitido por escrever no microblog ofensas aos torcedores de um time de futebol patrocinado pela organização.

Nesses casos, é preciso ter mente que as informações disponibilizadas na internet estão em um espaço público, que pode ser acessado por qualquer pessoa, inclusive pelo seu chefe.

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Leia o texto completo no Web Insider

30/07/2010

O livro Gadget – Você não é um aplicativo, escrito por Jaron Lanier, um dos pioneiros da web e da realidade virtual traz uma série de questões relevantes para quem usa e principalemnte para quem trabalha com web.

Lanier parte do pressuposto de que a glorificação de mantras – como colaboração online, informação livre e sabedoria das multidões – tem ofuscado a criatividade individual e o livre-arbitrio. Hoje a opinião de um sommelier vale menos do que um serviço de internet sobre vinhos que tenha um potente algoritmo capaz de reunir a opinião de vários anônimos na internet. Em nome de uma suposta “inteligência coletiva”, existe um mito de que quantidade é qualidade.

Acredita-se demais na sabedoria das multidões e pouco na do indivíduo.

Uma tecnologia que agrega conteúdo tem, por exemplo, mais destaque do que o indivíduo que produz conteúdo original. Ou seja, o algoritmo, a tecnologia são mais relevantes do que o “ser humano individual”. Segundo Lanier, isso precisa mudar. O indivíduo necessita recuperar o reconhecimento, como o era desde os primórdios da web.

A partir dessa premissa, o autor foca as críticas no hype das plataformas de redes sociais. Com a autoridade de ser um dos visionários pioneiros da web, Lanier afirma que as atuais redes sociais são impessoais, incentivam as pessoas a criar presenças online padronizadas. Bem diferente do início da web, quando você tinha liberdade criativa para fazer o que quisesse em uma página pessoal. Cada página era de um jeito, o que refletia a natureza própria de cada pessoa.

O Facebook, ao contrário, padroniza tudo. Todos os perfis têm o mesmo layout e a mesma arquitetura. Quando entramos na rede social, somos obrigados a preencher um cadastro impessoal, que parece feito para um público padrão. Temos que limitar toda a nossa personalidade a algumas linhas de texto.

Em outras palavras, nos diminuímos como ser humano para entrar nos parâmetros pré-definidos da rede social. Por isso, é uma ilusão achar que as plataformas de redes sociais são um retrato completo e fiel do que somos.

Neste sentido, Lanier afirma que as plataformas de redes sociais não aumentaram numericamente as nossas amizades. Na realidade, reduziram a noção do que seja amizade. Um exemplo é o fato de existirem pessoas orgulhosas de ter acumulado milhares de amigos em redes sociais. Isso, segundo o pesquisador, não passa de uma pura ilusão e reducionismo do conceito de amizade. Reflexo de como as pessoas se diminuem para poder utilizar um serviço de internet, enquanto que, contrariamente, os serviços de internet que deveriam se adaptar a gente.

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Leia o artigo completo no blog do Tiago Dória

 

25/07/2010

Nem falo mais nada, até porque o pessoal já gastou o verbo lá no #9.

Só rindo mesmo.

25/07/2010

Este é o drama da mosquinha na animação "One Minute Fly"

25/07/2010

O sonho de todo designer de produto (ou arquiteto) é conseguir pensar "fora da caixa" e projetar objetos do dia-a-dia com formas fora do comum.

Ser diferente é um atributo que geralmente agrega valor ao produto, torna-o de alguma forma "exclusivo", ainda que seja fabricado aos milhares.

E nessa busca desenfreada, aconteceu que um belo dia o designer de móveis tem uma idéia totalmente original: vou criar uma cadeira de 3 pernas. Claro! Como ninguém nunca pensou nisso antes? Quatro pernas é um exagero! Vamos remover os excessos! Design minimalista!

Não é preciso ser um gênio para imaginar que isso não poderia dar certo. Até porque existem alguns preceitos básicos, que são exaustivamente repetidos do começo ao fim da faculdade: materiais gráficos precisam ser legíveis, sites precisam ser acessíveis, produtos precisam ser ergonômicos e cadeiras precisam ser, no mínimo, estáveis. Ana Maria Braga que o diga:

Inovação é legal, mas tudo nessa vida tem limite. Especialmente quando se projeta algo que os outros vão usar.

#ficadica

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